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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Pais e filhos: momentos para ler juntos


Já estamos na metade do 2º bimestre de 2013, com ele a volta às aulas, ao trabalho, ao cotidiano que para muitas pessoas pode ser sinônimo de “falta de tempo”, sobretudo, para as questões domésticas: as da esfera privada.
E é justamente nesta esfera cotidiana e privada que a educação, formação das crianças e adolescentes, também, se encontram e precisam ser articuladas por pais e filhos de maneira prazerosa e saudável.  Proporcionar espaços onde o contato entre pais e filhos possa ser afetuoso colabora, entre outros aspectos, para ampliação da capacidade motora e cognitiva, principalmente, nos primeiros anos de vida.


O Collectivus aposta em uma perspectiva na qual as narrativas literárias são dispositivos importantes para efetivar o estreitamento de vínculo entre pais e filhos, inclusive, se apresentadas em situação de não obrigatoriedade. Primar para que a relação entre adultos, crianças e literatura seja cotidiana, regular ou presente é estimular a formação por meio da troca de conhecimento e de afeto.
Por isso em 2013, mais uma vez, recomendamos que busquem em suas  famílias momentos  de leitura. Ler um livro com uma criança traz inúmeros benefícios, não consome muito tempo e relaxa da correria que, aliás, já começou.

DICA DE LIVROS PARA LER JUNTO:

Tanto, tanto! Autor: Trish Cooke. Editora Ática;

No meio da noite escura tem um pé de maravilha.  Autor: Ricardo Azevedo. Editora Ática;

Mamãe já foi pequena antes de ser grande. Autoras: Valérie Larrondo e Claudine Desmateau. Editora Rocco.



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Formação em Mediação de Leitura

De  15 setembro á 13 de outubro acontecerá na Biblioteca de São Paulo encontros de formação de mediadores de leitura.
Parceria da SP Leituras - Organização Social de Cultura com A Cor da Letra essa formação tem  inscrição gratuita e destina-se a um público bem diverso e plural.
Não deixe de se inscrever!

Biblioteca de São Paulo - Parque da Juventude - Zona Norte
Estação Carandiru do metrô ou pegar um ônibus que passe pela Avenida Cruzeiro do Sul, altura do número 2500, ou Zachi Narchi, 1300
Inscrições aqui

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Para Participar

No dia 25/07 ás 16h na Biblioteca Mário Andrade será lançado o Bicicloteca, projeto que se configura como mais uma ação em busca da disseminação da leitura, levando livros a lugares em que o acesso a esses é baixo ou nulo. 
Assim, aliando o direito a cultura à um meio de transporte sustentável, o Bicicloteca se apresenta como uma alternativa positiva para transformação do cenário de nossa cidade, trazendo novas possíbilidades de lazer, cultura e apropriação do espaço público.
A biblioteca está localizada na Rua da Consolação, nº 94 - Centro - SP.
Não deixem de participar deste lançamento.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Encontro na Biblioteca

A Biblioteca Monteiro Lobato, juntamente com a Fundação SM (Editora SM), promeverá no dia 17/06/11 um encontro entre profissionais ligados à temática da leitura e literatura infantil e juvenil.
Professores, educadores, bibliotecários e outros profissionais interessados no tema estão convidados a participar.
As inscrições deverão ser feitas pelo e-mail  bcsp.mlobato@prefeitura.sp.gov.br, informando nome completo, telefone para contato e nome da Instituição onde atua. 
Outras informações, como nome dos palestrantes e horário, estão no site da própria biblioteca.
E para aqueles que não conseguirem comparecer, após o evento haverá uma resenha sobre o mesmo aqui. Afinal compartilhar conhecimento e difundir o debate sobre leitura e literatura é uma das nossas missões. Até lá.


domingo, 5 de junho de 2011

Porque a mediação de leitura?

por Collectivus
Já é antiga a idéia de que a leitura de literatura contribui para o bem-estar do individuo e da sociedade. O contato com os livros de diversos lugares e períodos históricos amplia a visão de mundo e propicia uma cultura de valorização da diversidade; favorece a aquisição de conhecimentos e aprendizagens, ampliando o repertório cultural do indivíduo; permite ao sujeito conhecer-se a si mesmo e sua própria cultura, percebendo-se como ser histórico, que mantém conexões com o passado e que é capaz de intervir modificando o futuro.
Michele Petit, em seu livro “A arte de ler  ou como resistir à adversidade" (São Paulo: Editora    34, 2009)  apresenta uma extensa pesquisa sobre experiências de leitura que ajudaram na sobrevivência psíquica  diante das adversidades que se colocavam como a guerra, o afastamento familiar , a marginalização econômica.  Trata-se do poder de simbolizar e “resolver” problemas de ordem psíquica que a literatura, assim como outras linguagens artísticas, possui. A fantasia e o devaneio produzidos no encontro com o livro interferem na construção de identidades e contribui com a criação de espaços psíquicos potentes para o “enfrentamento” da vida.
Todos esses argumentos têm interferido na implantação de bibliotecas e salas de leitura em equipamentos educacionais e culturais de todo Brasil, nos últimos anos. Uma série de projetos e prêmios surgem da iniciativa dos Governos e das empresas comprometidas com a responsabilidade social.  Ao mesmo tempo,  cresce a indústria editorial brasileira, em especial a literatura para crianças e jovens.
No entanto, percebe-se que a existência de bibliotecas, por si só,  não favorece a formação de leitores. O acesso de crianças e adolescentes à literatura continua sendo um desafio que se contrapõe com a idéia de que a  geração dos computadores e vídeo games não se interessa por livros.
Experiências de socialização da leitura, em espaços democráticos, gratuitos - no sentido da não imposição de um único entendimento sobre a narrativa ou de um dever após à leitura -  associados à ludicidade e possibilidade de expressão e criação desmentem tal idéia.
Quando crianças e adolescentes participam de situações denominadas de mediação de leitura têm mais possibilidades de se tornarem leitores. Nesta perspectiva metodológica, o desejo é mobilizado pelos encontros que se dão entre criança – mediador – acervo. A figura do mediador de leitura e sua disponibilidade para diferentes acessos às narrativas, promovem uma outra história de acesso à literatura . Há de se considerar ainda, que diante da diversidade de uma vasta produção de literatura infantil e juvenil, o mediador precisa saber identificar e construir critérios de qualidade, para que assim possam oferecer ao seu público o que de melhor há neste universo.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Mediação na Praça

No dia 03 de abril aconteceu a primeira mediação de leitura realizada pelo Collectivus. O domingo chuvoso que poderia ter sido um forte empecilho para sua realização, se fez perceptível apenas pelo cheirinho de terra molhada do solo da praça.
A mediação de leitura foi uma das atrações que compuseram o evento em homenagem aos 66º aniversário da cantora Elis Regina, idade que  faria em 2011. 
A praça que leva nome de nossa saudosa Pimentinha abrigou uma tenda na qual o encontro entre mediadores de leitura, livros e comunidade se fez fluído e prazeroso.
O acervo com aproximadamente 100 livros, de diversos autores e diferentes títulos foi acessado por muitos pequeninos e seus familiares.
Divertido e saudavél o encontro entre mediadores e comunidade fez validar uma das intenções do grupo: disseminar as narrativas literárias de qualidade em espaços públicos, sobretudo os verdes.
Afinal, literatura e qualidade de vida são pares perfeitos.
No próximo trimestre teremos mais livros e praças. Aguardem a data e local aqui.